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Uma Viagem ao Mundo

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 Uma Viagem ao Mundo No coração da Amazônia, havia um formigueiro cuja rainha, que se chamava Paula, tinha um grande sonho: conhecer o mundo. — Majestade! Como vamos realizar esse sonho? Somos formigas. Não temos meios de locomoção para percorrer grandes distâncias como os humanos — questionou o capitão. Todavia, a rainha em sua sabedoria respondeu:  — É por isso que ordenei a construção de um barco, para que assim possamos navegar pelos mares e oceanos como os humanos.  Assim, a rainha terminou de construir o barco após alguns dias de trabalho.  — Todos a bordo! Todos a bordo! — dizia o capitão em voz alta. — O barco está pronto para explorar o mundo.  Partindo da Amazônia rumo ao mar, o barco avançou pelas águas salgadas, zarpando em viagem com sua pequena, porém corajosa tripulação. Durante vários dias, as formigas navegaram pelo mar, balançando de um lado para o outro entre as ondas gigantes e os ventos fortes da tempestade.  Foram sete dias inteiros de...

A Formiga Especial - Roteiro de Teatro

Sinopse No coração colorido da floresta Amazônica vive Léo, uma formiga diferente das outras — ele tem as pernas no abdômen, mas um coração cheio de coragem e imaginação. Enquanto as formigas trabalham trocando açúcar com as abelhas, Léo sonha em realizar o impossível: fazer as formigas voarem! Quando a Rainha Mafalda anuncia que dará o título de príncipe a quem conseguir criar asas para o formigueiro, Léo vê sua chance de provar que ser diferente é, na verdade, um dom especial. Com criatividade, perseverança e fé em si mesmo, ele transforma seu sonho em realidade e ensina a todos que acreditar em si é o primeiro passo para alcançar o impossível. Peça Teatral: A FORMIGA ESPECIAL Adaptação da fábula de Claudeir da Silva Martins  --- Personagens Narrador Léo, a formiga especial (tem as pernas no abdômen) Rainha Mafalda Formiga 1 Formiga 2 Formiga 3 Abelhas Coro de Formigas (várias crianças podem representar o formigueiro) --- Cenário Floresta Amazônica colorida e alegre. De um lado, ...

A União Faz a Força

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  A União Faz a Força Havia perto de um formigueiro um alegre passarinho.Todas as manhãs, ele enchia a floresta de música com seu canto. Ao som de seus assobios, as formigas dançavam, o grilo tocava violino e o besouro batia tambor. Era uma verdadeira festa na floresta. — Com meu canto e alegria, faço a natureza sorrir todo dia! — dizia o pássaro, batendo as asas com o peito estufado. Mas, certo dia, o céu escureceu. Nuvens pesadas cobriram o sol e uma tempestade se formou. Os ventos sopraram forte, os relâmpagos brilharam e todos os animais correram para se abrigar. Quando a chuva finalmente passou, o céu voltou a brilhar em azul, e os insetos saíram de suas tocas. Todos esperavam ouvir o canto do passarinho novamente... mas ele não cantou. — O que será que aconteceu? — perguntou o grilo. Foi então que o besouro apareceu, cabisbaixo. — A tempestade destruiu o ninho do pássaro. Está todo quebrado... As formigas e os outros insetos correram até lá e encontraram o pequeno pássaro olh...

A Formiga Especial

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 A Formiga Especial  No coração da floresta Amazônica, havia um formigueiro onde as formigas compravam mel das abelhas. Enquanto as formigas davam açúcar para as abelhas, estas retribuíam com mel. Entre as formigas que trabalhavam na cana-de-açúcar, havia uma diferente das demais: Léo, uma formiga que tinha as pernas no abdômen, em vez de no tórax. Por causa disso, Léo era motivo de piada entre as outras formigas, já que todas tinham as pernas no tórax. No entanto, ele não se importava com as risadas, pois, lá no fundo, sabia que podia fazer coisas incríveis — assim como qualquer outra formiga. Certa vez, Mafalda, a rainha do formigueiro, mandou reunir todas as formigas, pois tinha um grande sonho: — Fazer as formigas voarem como as abelhas do céu! Assim, elas poderiam levar o açúcar até a colmeia das abelhas, sem terem que escalar a árvore.  — A árvore é muito alta, e o trabalho de levar açúcar até a colmeia é muito cansativo. Por isso, vou conceder o título de príncipe ...

O Pássaro Engaiolado

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O Pássaro Engaiolado Obra registrada na Biblioteca Nacional  No coração de uma floresta antiga, onde os ventos sussurravam entre as folhas e o sol brincava de esconde-esconde com as sombras, caminhava Lindorfe — o menor dos gigantes. Em suas mãos, ele levava um alçapão e, no coração, um desejo egoísta: capturar o lendário canário dourado, cujo canto iluminava até os dias mais cinzentos. Com esperteza, Lindorfe armou uma cilada, colocando dentro da armadilha uma banana enfeitiçada, doce como mel. Atraído pelo aroma irresistível, o canário pousou curioso. Mal sabia ele que aquele seria o triste fim de sua liberdade. Assim que bicou a fruta, o alçapão se fechou com um estalo — e o céu, que antes era seu lar, tornou-se apenas lembrança. Ao cair da tarde, Lindorfe retornou. — Agora que te peguei, cantarás para mim todos os dias — disse o gigante, levando o pássaro para casa, em uma gaiola. — Quanta injustiça! — lamentou o canário. — Que crime cometi para ser aprisionado? Nos dias que se...